Sigo daqui rumo a não sei bem onde, trilhando caminhos construídos com tijolos de diversos tons e cores.
Sigo a deparar-me com inspirações nesse meu trajeto, cunhado não sei de que forma, não sei por quais motivos.
Acordo pela manhã, ouço a billie, um gole e um trago. Muitas caixas arrumei nesses últimos meses, no fim já nem ligava pra fita crepe. Agora?! Agora sinto começando mais uma vez uma estória num outro cantinho. O jambeiro agora fica na casa do vizinho, mas em meu quintal tenho uma vasta floresta de mamonas, e uma população considerável de aranhas.
Certa vez, em um período de dois dias enrosquei-me em duas teias. Quiçá uma aranhinha no bicho pra me dar sorte.
Por enquanto as caixas continuam empilhadas, mas sinto alegria em estar começando novamente e mais uma vez (redundância?!).
1 comentários:
recomeços, nunca são iguais, nós nunca somos iguais, as coisas nunca são iguais.
ao menos uma nor de um recomeço vazio
ao menos um sentido do não sentido....
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